A ausência dói

 Hoje eu vim aqui para justificar meus últimos dias de muita dor. Fiquei longe de vocês, pois estive correndo tentar salvar a vida da minha filhota/bebê (cachorrinha), que infelizmente veio a falecer nesta sexta-feira com uma parada cardiaca. Fiquei o feriado ajudando com a obra de Deus da igreja e quando cheguei em casa me deparei com essa terrivel noticia. 

 Ela já era idosa, mas eu tinha muito mais amor pra dar pra ela. Em todas as minhas redes eu fiz questão de fazer uma homenagem para ela porque ela merecia. Foi uma guerreira durante anos e lutou bravamente como eu nunca vi nenhum cachorro lutar. Ela foi minha melhor amiga que esteve comigo em todos os momentos.  (Abaixo deixo o último texto que escrevi sobre ela no face e agradecendo todo o carinho que recebi de vocês) 

"ÚLTIMA HOMENAGEM E AGRADECIMENTO A TODOS QUE DEIXARAM MENSAGENS E ME CONFORTARAM DE ALGUMA FORMA! 

Meus amigos amados e familiares, todos os que comentaram tiveram um elo com ela... foi uma vida que ela partilhou comigo. Desde os primeiros meses e sua velhice ela lutou bravamente como não vi nenhum cachorro fazer. Ela podia estar com a dor maior do mundo e ela não chorava, apenas me olhava e eu entendia. Passou por muitas fases e Deus se fez presente e a trouxe de volta aos meus braços. Mas agora ela resolveu dar seu último suspiro. Ela foi muito amada e é por isso que dói tanto. Todos os lugares em que passava todos ficavam admirados de sua mansidão e de ser tão carinhosa. Amava a todos sem mesmo conhecer. Ela era uma ladie e andava como tal rs. A minha bebê passou por vários médicos que disseram a mesma coisa, mas um em questão queria ressaltar, Dr. Marcelo Freire, seu oftalmo que em certa consulta nos disse “Ela teve uma melhora muito boa e se ela está até agora aqui é pq foi bem cuidada. Ela caiu na família certa. Se fosse em outra ela não duraria tanto assim”. É, todos temos que partir um dia e o dela se chegou. O que eu consegui fazer, eu pelo menos tentei. Ela foi uma fênix. Reviveu quando os diagnósticos não eram favoráveis. Ela bateu na porta da morte diversas vezes e Deus nos trouxe de volta. Agora ele permitiu ela ir e ela ( teimosa que era) nem brigou. Simplesmente, foi. Fico feliz que sua dor tenha passado e que ela esteja sem sofrer. Agradeço imensamente o carinho de vocês com ela e com nós. A minha bebê era membro da nossa família e vai ser lembrada eternamente assim. ( meu amor a vovó trouxe até banana pra vc achando que ia sair dessa, mas não foi dessa vez) #Descanseempaz ( Eu, Bru, Silvia Cervo e papai somos gratos por termos a honra de te ter por esse período em nosso lar e fazer dele mais alegre) ❤️❤️❤️

Obrigada! vida que segue e vamos tentar nos recompor. A vida não para e ela sabe o quanto foi e é amada por nós. Grata a Deus por prometer ela e nos confiar para amá-la e cuidar dela com um amor incondicional. Ela nos ensinou o que é o verdadeiro amor. Sem palavras. 

03/04/2018 às 12:00 Outros Nenhum comentário
Alyne Cervo

Sou jornalista apaixonada pela minha profissão. Gosto muito de ler, principalmente os livros dos autores Augusto Cury e Roberto Shinyashiki.

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Desde pequena tinha o sonho de ser jornalista. Sempre fui muito falante, curiosa e gostava de me manter informada. Quando pude optar qual a profissão que iria seguir, o jornalismo foi a minha opção. Agora tenho o compromisso de informar vocês.

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