Óticas Ipanema: Silvio Luiz Ferreira contou sua historia

Oi pessoal, tudo bem? Espero que sim rs 
Bom, hoje eu vim falar sobre minha nova parceira as Óticas Ipanema. Hoje vocês conferem uma entrevista com o visionário e fundador dessa marca, Silvio Luíz Ferreira, que vai contar como iniciou neste ramo e fez suas lojas serem o sucesso que é hoje. 

Há mais de quarenta anos no mercado, para ser mais exata 45 anos atuando neste ramo, Silvio relembra quando começou e porque escolheu Indaiatuba para iniciar seus projetos " Eu comecei em ótica como office boy em uma loja lá em Campinas nas Óticas Conceição, de lá eu fui convidado para trabalhar numa ótica popular na época a Ótica Santa Rita onde eu fiquei nove anos. Em 1980, eu deslumbrei a possibilidade de partir para a carreira solo. Eu era muito jovem, tinha 21 anos e poucos recursos, mas eu achei que era a hora e que eu não poderia perde tempo mesmo com recursos escassos. Eu iniciei minha atividade em Indaiatuba, porque o custo era mais acessível,
aluguel era mais barato, enfim." 

A primeira loja então foi aberta dia 8 de janeiro de 1981 na cidade, que na época tinha mais ou menos 27 mil habitantes, e segundo Silvio exigiu muito trabalho e determinação. "Foi muito difícil sempre tive que trabalhar muitas vezes sem recursos, mas foi um sucesso. Depois de dez anos aqui em Indaiatuba nós resolvemos expandir nossas lojas próprias. Aí  meu irmão abriu em Jaguariúna, depois em Salto, Campinas que foi uma carona para as Óticas Ipanema com um outro perfil que foi a Ipanema Cambuí que é loja prime e é bacana." 

 Além de formado em arquitetura ele também começou jornalismo, mas teve que parar por questões de tempo e dedicação as Óticas. Em 2000, após terminar a faculdade, ele abriu a Mega Ipanema em Indaiatuba. " Foi muito legal, pois um ano depois nós resolvemos montar a Mega em Campinas onde montamos um prédio de seis andares e ocupamos todos os andares. Durante quinze anos nós mantivemos a liderança no segmento na região toda.", relata.

O diferencial das Óticas Ipanema foi a mudança de comportamento no cenário ótico  e com isso, acabou ganhando o reconhecimento. Na sua visão o sucesso e tudo advém de respeitar as pessoas e tratá-las como merecem " Humanizar o atendimento, não prevalecer o comércio sobre as pessoas, mas as relações pessoais. Acho que isso é fantástico. É um segmento muito dinâmico então você tem que ter conhecimento para você poder fazer a diferença para orientar as pessoas para que elas façam essa aquisição consciente. Não estou preocupado em vender o mais barato e nem o mais caro. Nós estamos preocupados em vender aquilo que a pessoa precisa, nas condições que ela pode, independente do custo." 

Há 8 anos surgiu a ideia de criar a franquia das Óticas Ipanema e com esse projeto de franquia hoje já são 40 unidades, sendo 10 lojas familiares e 30 franqueados. As Óticas Ipanema Franshinsing é que detém a marca e que explora esse segmento através desse projeto de situação de franquia. " A meta é que até 2018 nós tenhamos 80 a 100 lojas. Nós demos uma freada por causa da situação do pais. Nossa proposta é: vamos junto, mas vamos consciente. Não vivemos de ilusão. Nós vendemos um plano de negócio." 

 Sobre o perfil da loja ele diz que a ideia não é passar uma visão que são luxuosas mas proporcionar às pessoas o lugar aconchegante que elas merecem " As pessoas acham as Óticas Ipanema muito chique. Acho que o mínimo que as pessoas merecem é um lugar decente para entrar e fazer a aquisição dos seus óculos. Precisa ter conforto, um layout bacana, um ar condicionado, café, comodidade de ter um estacionamento, isso precisa. Isso eu gosto pra mim e quero que meus clientes sejam tratados bem e, independente, da unidade que a pessoa vá ela possa escolher o produto que quer. Você pode comprar um produto de cinquenta reais assim como pode adquirir um de cinco mil. É o padrão que as pessoas merecem, elas precisam se respeitar mais, exigir mais e não se contentar com o menos.", finaliza.
 
 

06/06/2017 às 18:00 Notícia Nenhum comentário
Alyne Cervo

Sou jornalista apaixonada pela minha profissão. Gosto muito de ler, principalmente os livros dos autores Augusto Cury e Roberto Shinyashiki.

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Desde pequena tinha o sonho de ser jornalista. Sempre fui muito falante, curiosa e gostava de me manter informada. Quando pude optar qual a profissão que iria seguir, o jornalismo foi a minha opção. Agora tenho o compromisso de informar vocês.

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