"Gosto se discute": Filme tem estréia amanhã nos cinemas

  Fui assistir o filme a convite do Cine Topazio do Shopping Jaraguá Indaiatuba na pré estreia para a imprensa e vou contar um pouco do se trata. O filme é factual por ser uma trama que envolve gastronomia e, hoje em dia, todos adoram ver receitinhas novas na internet e até programas voltados para a àrea da culinária. Bom, o filme começa mostrando um repórter fazendo uma entrevista com o Patrick (Gabriel Godoy) que é dono de um food truck e que fica estacionado em frente um restaurante requintado que um dia foi lotado, mas que passa por uma fase dificil. 

 Augusto (Cássio Gabus Mendes), dono do restaurante que já foi point da cidade, está no vermelho e de acordo com a situação financeira dele o banco que também é sócio do estabelecimento indica uma nova gerente que se chama Cristina, interpretada pela Kéfera Buchmann. Ela, que é viciada e correta no trabalho, chega a ser crica e querer fazer as coisas do jeito dela batendo de frente com Augusto.

 Decide que é preciso realizar uma alteração no cardapio para erguer novamente o restaurante e trazer lucros. O dono não gosta muito da ideia, mas depois de muita insistencia e ficar entre a cruz e a espada ( correndo o risco de perder o restaurante para seu rival) ele acata a ideia. Mas nessa pressão toda ele acaba por perder o paladar devido a uma sindrome rara. 

 O filme é engraçado, não vou contar tudo aqui. Vão lá assistir amanhã! Mas, tenho uns pontos a ressaltar. A atuação da Kefera está impecável, está parecendo realmente atriz. A feição e o modo de sentimento que ela transmite no desenrolar da trama está super legal. Não achei positivo a apologia a macumbaria no filme na parte que ele cria um cardápio voltado a Oxum, Ogum e outros que são dessa religião. 

 Devem estar se perguntando o motivo, né? e eu respondo. Acho que cada um tem o direito de frequentar sua religião e ter sua ideologia. A partir do momento em que ele - o autor -  coloca a religião exposta na trama acho que isso acaba gerando uma polêmica, e parece que a religião citada é a que fez o milagrede melhora do restaurante e não as pessoas que deram tudo para fazer os pratos e se esforçaram.Não havia a necessidade. O filme é engraçado por si só e não precisava entrar neste mérito. Desnecessário!

 De resto, achei um filme legal e gostoso de se ver. Você não vê a hora passar. É rápido e bem pensado o roteiro. Gostei, com ressalva para os pontos colocados.

08/11/2017 às 23:00 Resenha (Produtos e filmes) Nenhum comentário
Alyne Cervo

Sou jornalista apaixonada pela minha profissão. Gosto muito de ler, principalmente os livros dos autores Augusto Cury e Roberto Shinyashiki.

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Desde pequena tinha o sonho de ser jornalista. Sempre fui muito falante, curiosa e gostava de me manter informada. Quando pude optar qual a profissão que iria seguir, o jornalismo foi a minha opção. Agora tenho o compromisso de informar vocês.

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