Filme: Uma familia de dois

Samuel, um homem que sempre foi de sair, se divertir e passar a noite com muitas mulheres sem ao menos saber nome. Um desses homens desapegados de relacionamentos e responsabilidades. Leva uma vida boa no litoral do sul da frança, regada a bebida e balada, mas quando ele menos espera aparece uma mulher com uma criança dizendo que a bebezinha é filha dele, deixa ela com ele e vai embora. A bebe chamada Glória com poucos meses de vida fica com Samuel, mas ele perplexo e sem saber cuidar ou agir com um bebe larga tudo para devolver a criança para a mãe. Ele vai até Londres, com a ideia de encontrar a mãe de Glória, mas, sem sucesso, decide criá-la sozinho. 

 O filme é muito engraçado e ao mesmo tempo uma história de vida. Passa a mensagem que não é preciso ter o mesmo sangue para ser da familia, pois no decorrer da trama ele descobre que Glória não é sua filha, mas o amor que ele tem por ela é maior que isso. Um homem sem responsabilidades que não tem noção de uma vida em familia, se torna responsável por uma menina que ele educou divinamente, cuida dela e deixa toda a sua vida de lado para fazer o melhor para ela, pois sabe que o tempo de vida dela não é longo. Contata a mãe por diversas vezes, porque a menina quer saber da mãe, e apenas oito anos depois consegue um contato. A mãe volta para ver a criança e, de repente, uma avalanche cai em cima dele quando ele se vê prestes a perder a guarda da filha para a mãe que a abandonou. E mesmo assim, ele luta pela filha de unhas e dentes para te-la por perto. Depois descobre que não é sua filha, mas continua lutando, pois ela é o unico motivo para que ele contrinue vivendo. Ele aprendeu a viver por ela e fica com ela até seus últimos dias. Nos faz refletir o real significado da vida, como é importante viver cada dia e dar valor aos pequenos detalhes.

 O filme demosntra o verdadeiro significado do amor. Muito lindo e comovente! Amei o filme. Estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Vale super a pena ir assistir :)

 

26/06/2017 às 19:00 Arte & Cultura Nenhum comentário
Alyne Cervo

Sou jornalista apaixonada pela minha profissão. Gosto muito de ler, principalmente os livros dos autores Augusto Cury e Roberto Shinyashiki.

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Desde pequena tinha o sonho de ser jornalista. Sempre fui muito falante, curiosa e gostava de me manter informada. Quando pude optar qual a profissão que iria seguir, o jornalismo foi a minha opção. Agora tenho o compromisso de informar vocês.

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